OBESIDADE INFANTIL DEVE SER TRATADA

CRESCIMENTO QUERO CRESCER

3 de abril de 2014

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: CRESCIMENTO INFATO JUVENIL E ADOLESCENTE;

ALGUNS ADOLESCENTES NÃO DORMEM O SUFICIENTE DURANTE A SEMANA, MAS NÃO SABEM QUE O SONO (REM) REGULAR, NÃO TEM SOMENTE A FUNÇÃO DE SONO REPARADOR.

DEVEMOS PRESTAR A ATENÇÃO SONO COMO FATOR DE CRESCIMENTO ESTATURAL, DESENCADEAMENTO NEGATIVO DA OBESIDADE, DEVEMOS NÃO NOS ESQUECER QUE O SONO FIXA DE ACORDO COM PESQUISAS RECENTES O APRENDIZADO DURANTE AS RESPONSABILIDADES DURANTE O DIA, PRESTARMOS A ATENÇÃO NA MELHORA DA COGNIÇÃO QUANDO DORMÍAMOS O NUMERO DE HORAS ADECAQUADO QUE VARIA DE PESSOA PARA PESSOA.



Nosso sono nassas necessidades mudam ao longo de nossas vidas. Crianças em idade escolar jovens, adolescentes precisam dormir cerca de nove horas por noite. Ela varia, é claro. Dez horas por noite. Puberdade fadiga qualquer alteração. A maioria dos adolescentes, portanto, necessidade de dormir uma hora extra. Mas são poucos os que dormem 10 horas todas as noites. A necessidade varia de indivíduo para indivíduo. Aqueles que acordam do sono atualizado com bastante frequência, e que dificilmente acorda muito cedo pela manhã, muitas vezes dormindo muito pouco. Até certo ponto, pode-se dizer também que há pessoas que dormem mais de manhã e à outras pessoas notívagas que preferem dormir mais tarde a noite. O sono dá ao cérebro a oportunidade de efetuar suas funções metabólicas em paz, uma recuperação ou válvula de escape na tentativa de compensar, eventuais fadigas ou completar suas funções metabólicas.
Ao dormir o adolescente tem a oportunidade de descansar, recuperar e processar as impressões do dia. Pesquisa do Sono mostra claramente, que o sono é necessário para o seu filho para ser capaz de lembrar e aprender coisas novas. Uma boa noite de sono ajuda o cérebro a classificar um aprendizado que foi tomado durante o dia e aumenta a criatividade e a capacidade de realizar, reagir de forma a se concentrar com mais eficiência. O sono dá ao cérebro melhor eficiência para trabalhar durante as horas de vigília. Além disso, o sono profundo é de extrema importância para que o metabolismo cumpra sua função quanto a eficiência orgânica importante para o crescimento do infanto juvenil e adolescente e potencializa suas funções imunológica de defesa por todo o corpo. Para compensar o sono perdido.
Existe atualmente uma diferença de opinião dentro da ciência e do mundo científico quando se trata da compensação do sono perdido. Hoje a corrente mais atualizada tem como parâmetro que uma boa noite de sono, dá um insight, um significado livre do conhecimento adquirido durante o dia. Para o infanto juvenil ou adolescente não é suficiente uma noite bem dormida na semana passa, ou em dias salteados, perdendo muito do que aprendeu - se durante o dia o nível de aprendizado e consolidação da memória fica comprometido pela irregularidade do sono e o que é pior não se recupera as fixações saudáveis e positivas que deveriam formar sua cognição.

Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologista 
CRM 20611 

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologista – Medicina Interna 
CRM 28930 

Como Saber Mais:
1. Crianças em idade escolar jovens, adolescentes precisam dormir cerca de nove horas por noite. Ela varia, é claro. Dez horas por noite...
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2. A maioria dos adolescentes, portanto, necessidade de dormir uma hora extra...
http://crescersim.blogspot.com

3. Nós só crescemos adequadamente durante o sono, principalmente o sono REM (mais Profundo)...
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AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.



Referências Bibliográficas:
Dr. João Santos Caio Jr Diretor científico, Dra. Henriqueta Verlangieri Caio, Diretora clínica – Van Der Häägen Brazil, São Paulo – Brasil. 2010-06-11: Britt-Marie Ygge, Unidade de Desenvolvimento, Hospital Astrid Lindgren infantil, Karolinska University Hospital-SWEDEN.

















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CONSIDERÁVEL REFLEXO FISIOLÓGICO DO GHBP NO CRESCER EM CRIANÇA, INFANTIL, JUVENIL; DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.

A FISIOLOGIA DO GHBP-GROWTH HORMONE BINDING PROTEINE (HORMÔNIO DE CRESCIMENTO LIGADO À PROTEÍNA) REFLETE IMPORTANTES INTERRELAÇÕES ENTRE O GH-HORMÔNIO DE CRESCIMENTO E O GHR-RECEPTOR DO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO EM TERMOS DE EFEITOS SOBRE O CRESCIMENTO NEONATAL, CRIANÇA, INFANTIL, JUVENIL; FISIOLOGIA–ENDOCRINOLOGIA–NEUROENDOCRINOLOGIA–GENÉTICA–ENDÓCRINO-PEDIATRIA (SUBDIVISÃO DA ENDOCRINOLOGIA): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.

O GH-hormônio de crescimento tem um papel muito importante no crescimento e desenvolvimento pós-natal, mas, para além do crescimento, este hormônio tem outras funções metabólicas importantes. É um hormônio anabólico com ações generalizadas, muitas das quais são mediadas através da produção de fatores de crescimento insulina símile, os IGF-1 e 2, que são sintetizados no fígado e nos tecidos alvo. O seu efeito mais profundo é o crescimento linear por estimulação da proliferação dos condrócitos da cartilagem nas placas de crescimento das epífises dos ossos longos antes de se fundir. Além de estimular o crescimento linear ou longitudinal, o GH-hormônio de crescimento também aumenta a massa óssea total e o seu conteúdo mineral, aumentando a atividade e, provavelmente, o número de unidades de modelagem óssea. O GH aumenta a massa magra corporal, reduz a adiposidade pelos seus efeitos lipolíticos, e aumenta o tamanho dos órgãos e suas funções, este último efeito é mediado por IGFs-fatores de crescimento insulina símile. Assim, na deficiência do GH diminui a secreção de insulina, enquanto um excesso do GH reduz a absorção de glicose dependente da insulina, provocando um aumento na secreção de insulina para compensar a resistência à insulina induzida pelo GH, este motivo nos induz à terapêutica em paciente deficiente do GH em doses adequadas. 

Principais ações do hormônio do crescimento: o GH tem ação direta sobre o fígado, no tecido adiposo tem ação termogênica (queima de gordura com ação energética), é formador muscular, embora muitas de suas ações sejam mediadas pelo aumento da síntese e liberação de fatores de crescimento insulina símiles (IGFs). Estes estimulam o DNA, o RNA e a síntese de proteínas em vários órgãos e tecidos aumentando a sua dimensão e função. O hormônio do crescimento também estimula a síntese e liberação do fator de crescimento insulina símile (IGFBP) proteínas que se ligam aos IGFs circulando vinculativo. Esta ligação proporciona um reservatório de IGF em circulação. As linhas tracejadas representam alguns dos fatores de feedback resultantes da ação do GH em tecidos periféricos. Por exemplo, pacientes obesos apresentam concentrações plasmáticas de GH menores e níveis elevados de GHBP, enquanto a inanição aumenta as concentrações do GH e reduzem os níveis de GHBP- growth hormone binding protein (hormônio de crescimento ligado à proteína). Pacientes com anormalidades nos receptores do GH (por exemplo, nanismo de Laron) também apresentam um defeito nas concentrações séricas de GHBP. Pacientes incapazes de dimerizar os receptores do GH a fim de permitir a ativação do complexo ou aqueles que possuem defeitos intracelulares no sistema JAK-STAT não apresentam alterações na concentração de GHBP, porém são baixos. Entretanto, apesar deste comprometimento, reflete importantes interrelações entre o GH-hormônio de crescimento e o GHR–receptor do hormônio de crescimento em termos de efeitos sobre o crescimento longitudinal ou linear em neonatal, crianças, infantil e juvenil.



CONSIDERABLE GLIMMER OF PHYSIOLOGICAL OF GHBP IN CHILD GROWTH AND YOUTH; DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.

THE PHYSIOLOGY GHBP-BINDING PROTEIN GROWTH HOMONE REFLECTS IMPORTANT INTERRELATIONSHIPS OF GH-GHR GROWTH HORMONE-GROWTH HORMONE RECEPTOR IN TERMS OF EFFECTS ON NEONATAL, CHILD GROWTH AND YOUTH; PHYSIOLOGY-ENDOCRINOLOGY-NEUROENDOCRINOLOGY-GENETICS-ENDOCRINE-PEDIATRICS (SUBDIVISION OF ENDOCRINOLOGY): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.

The importance of growth hormone in postnatal growth and development, but in addition to growth, this hormone has other important metabolics functions. 
It is an anabolic hormone with widespread actions, many of which are mediated through production of insulin-like growth factors, IGF-1 and 2, which are synthesized in the liver and target tissues. His most profound effect is linear growth by stimulating proliferation of chondrocytes in cartilage the epiphyseal plates of long bones before merging. Besides stimulating the linear or longitudinal growth, growth hormone -GH increases total mineral content and bone mass by increasing the activity and probably the number of units of bone modeling. GH increases lean body mass, decreases adiposity by their lipolytic effect and increases the size and function of organs and the body, the latter effect is mediated by IGF from insulin-like growths factors, bone increases lean body mass. Thus, GH deficiency in insulin secretion decreases as excess GH reduces the absorption of glucose dependent insulin, resulting in increased insulin secretion to compensate for the induced GH resistance is why the therapeutic induces deficient patient GH in appropriate doses. Main actions of growth hormone: GH has a direct action on the liver, adipose tissue of the grounds for its action thermogenic (fat burning action with energy) and muscle-forming, although many of their actions are mediated by increased synthesis and release of insulin-like growth factors (IGFs). These stimulate DNA, RNA and proteins. GH has a direct action on the liver, adipose tissue and muscle, although many of their actions are mediated by increased synthesis and release of insulin-like growth factors (IGFs). These stimulate DNA, RNA and protein synthesis in various organs and tissues by increasing their size and function. Growth hormone also stimulates the synthesis and releases of insulin-like growth factor binding proteins (IGFBPs) that bind IGFs circulating. This connection provides a reservoir of circulating IGF. The dashed lines represent some of the factors resulting feedback of GH action in peripheral tissues. 
For example, obese patients have lower plasma concentrations of GH and GHBP levels high, while starvation increases the concentrations of GH and GHBP levels reduce growth hormone-binding protein (growth hormone binding protein). Patients with abnormalities in the GH receptor (e.g., Laron dwarfism) also have a defect in serum GHBP levels. Patients unable to dimerize GH receptors in order to allow activation or those with complex defects in intracellular JAK -STAT system did not show changes in the concentration of GHBP however are low. However despite this commitment, reflects important interrelationships between GH-Growth Hormone and GHR - Growth hormone receptor in terms of effects on the longitudinal or linear growth in newborn, child and youth.


Dr. João Santos Caio Jr.

Endocrinologia – Neuroendocrinologista

CRM 20611



Dra. Henriqueta V. Caio

Endocrinologista – Medicina Interna

CRM 28930

Como saber mais:
1. O que se observa na clínica endocrinológica é exatamente o fato do não desencadeamento de maior morbidade e mortalidade em adultos que quando crianças apresentavam deficiência de GH-hormônio de crescimento em criança, infanto-juvenil e adolescente apresentando baixa estatura linear ou longitudinal e fizeram uso de GH-hormônio de crescimento para reposição do GH-hormônio de crescimento até o final do processo da puberdade e atingir a idade adulta...
http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com

2. Adequação de tratamentos com GH-hormônio de crescimento na Europa (Safety and Appropriateness of Growth hormone treatments in Europe-SAGHE) coorte tem gerado preocupação de aumento do risco de mortalidade durante o acompanhamento até a idade adulta em alguns pacientes que receberam tratamento com o GH-hormônio do crescimento durante a infância...
http://longevidadefutura.blogspot.com

3. O controle e complicações hipopituitárias estudaram e monitoraram a mortalidade e a morbidade de adultos tratados com GH-hormônio de crescimento, pacientes com deficiência de GH-hormônio de crescimento, incluindo aqueles com a deficiência no início da infância, deficiência (COGHD) que receberam GH-hormônio de crescimento, tratamento efetuado quando criança, infanto-juvenil e adolescente...
http://imcobesidade.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

Referências Bibliográficas:
Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H. V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Lange M, Thulesen J, Feldt-Rasmussen U, Skakkebaek NE, Vahl N, Jørgensen JO, et al. Skin morphological changes in growth hormone deficiency and acromegaly. Eur J Endocrinol. 2001;145:147-53; Edmondson SR, Thumiger SP, Werther GA, Wraight CJ. Epidermal homeostasis: the role of growth hormone and insulin-like growth factors systems. Endocr Rev. 2003;24:737-64; Ben-Shlomo A, Melmed S. Skin manifestations in acromegaly. Clin Dermatol. 2006;24:256-9; Krause W. Skin diseases in consequence of endocrine alteration. Aging Male. 2006;9:81-95; Tanriverdi F, Borlu M, Atmaca H, Koc CA, Unluhizarci K, Utas S, et al. Investigation of the skin characteristics in patients with severe GH deficiency and the effects of 6 months of GH replacement therapy: a randomized placebo controlled study. Clin Endocrinol (Oxf). 2006;65:579-85; Borlu M, Tanriverdi F, Koc CA, Unluhizarci K, Utas S, Kelestimur F. The effects of severe growth hormone deficiency on the skin of patients with Sheehan's syndrome. J Eur Acad Dermatol Venereol. 2007;21:199-204; Rinderknecht E, Humbel RE. The amino acid sequence of human insulin-like growth factor I and its structural homology with proinsulin. J Biol Chem. 1978;253:2769-76; Resnicoff M, Burgaud JL, Rotman HL, Abraham D, Baserga R. Correlation between apoptosis, tumorigenesis, and levels of insulin-like growth factor I receptors. Cancer Res. 1995;55:3739-41; D'Ambrosio C, Ferber A, Resnicoff M, Baserga R. A soluble insulin-like growth factor I receptor that induces apoptosis of tumor cells in vivo and inhibits tumorogenesis. Cancer Res. 1996;56:4013-20.


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10 de outubro de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: FUNÇÕES DO GH,

                                 Resultado de imagem para gh effects on body


O GANHO DE ALTURA CONSEGUIDO DURANTE A INFÂNCIA É O MELHOR EFEITO CONHECIDO DA AÇÃO DO GH E PARECE SER ESTIMULADO POR NO MÍNIMO DOIS MECANISMOS:


DA MESMA FORMA QUE A PROTEÍNA DE OUTROS HORMÔNIOS, O GH AGE POR MEIO DA INTERAÇÃO COM UM RECEPTOR ESPECÍFICO ENCONTRADO NA SUPERFÍCIE DAS CÉLULAS. O GANHO DE ALTURA CONSEGUIDO DURANTE A INFÂNCIA É O MELHOR EFEITO CONHECIDO DA AÇÃO DO GH E PARECE SER ESTIMULADO POR NO MÍNIMO DOIS MECANISMOS: 1. O GH ESTIMULA DIRETAMENTE NA DIVISÃO E MULTIPLICAÇÃO DOS CONDRÓCITOS DA CARTILAGEM. ESTAS SÃO AS CÉLULAS PRIMÁRIAS ENCONTRADAS NAS EXTREMIDADES DOS OSSOS LONGOS DAS CRIANÇAS (BRAÇOS, PERNAS, DEDOS). 2. O GH TAMBÉM ESTIMULA A PRODUÇÃO DO FATOR DO CRESCIMENTO DO TIPO INSULINA 1 (IGF-1 EM INGLÊS, ANTIGAMENTE CONHECIDO COMO SOMATOMEDINA C), UM HORMÔNIO HOMÓLOGO À PROINSULINA. O FÍGADO É O ALVO PRINCIPAL DO GH NESTE PROCESSO E É O PRINCIPAL LOCAL DE PRODUÇÃO DE IGF-1.



Os efeitos do hormônio do crescimento nos tecidos do organismo podem ser geralmente descritos como anabólicos (efeito construtivo). Da mesma forma que a proteína de outros hormônios, o GH age por meio da interação com um receptor específico encontrado na superfície das células. O ganho de altura conseguido durante a infância é o melhor efeito conhecido da ação do GH e parece ser estimulado por no mínimo dois mecanismos: 

                                Resultado de imagem para Effect of growth hormone on body tissues

1. O GH estimula diretamente na divisão e multiplicação dos condrócitos da cartilagem. Estas são as células primárias encontradas nas extremidades dos ossos longos das crianças (braços, pernas, dedos).
2. O GH também estimula a produção do Fator do Crescimento do Tipo Insulina 1 (IGF-1 em inglês, antigamente conhecido como somatomedina C), um hormônio homólogo à proinsulina. O fígado é o alvo principal do GH neste processo e é o principal local de produção de IGF-1. O IGF-1 estimula o crescimento em inúmeros tecidos, e é gerado nesses tecidos-alvo, o que faz dele tanto um hormônio endócrino quanto um hormônio autócrina/parácrino. Embora o ganho de altura seja o melhor efeito conhecido do GH, o hormônio também assiste muitas outras funções metabólicas. O GH aumenta a retenção de cálcio e aumenta a mineralização dos ossos; aumenta a massa muscular; induz a síntese de proteínas e o crescimento de vários órgãos do corpo.
O hormônio também estimula o sistema imunológico e tem um papel na homeostase de energia do organismo: ele reduz o consumo de glicose por parte do fígado, que é um efeito oposto ao da insulina. Também contribui para a manutenção e funcionamento das ilhotas pancreáticas; tende a promover lipólise, que resulta em alguma redução do tecido adiposo(gordura corporal) e no aumento de ácidos graxos livres e glicerol na corrente sanguínea. Ele também promove a queima de gordura diminuindo ao peso, o sobrepeso, obesidade, obesidade visceral, intra - abdominal ou central, ao mover gordura armazenada para a corrente sanguínea para ser utilizada como energia. Por conta desse efeito mobilizador de gordura, o GH reduz a quantidade de glicose e proteínas usada como combustível. Então, altos níveis de GH protegem a perda de massa magra e resultam em alguma redução do tecido adiposo. A estatura final, no entanto, não é regida exclusiva e simplesmente pela quantidade de GH à qual é submetido o indivíduo.
Trata-se de uma conjunção de fatores que inclui outros hormônios mas mais fundamentalmente qual é a resposta que cada tecido pode dar a uma oferta maior de GH; em outras palavras, depende da programação genética do indivíduo. Se os níveis séricos de GH de um determinado indivíduo ainda em fase de crescimento são normais, somente haverá alteração significativa de estatura se este indivíduo receber cargas consideravelmente acima de seu nível padrão (que é normal, por hipótese). Entretanto, sob cargas sensivelmente acima do normal, os diversos tecidos respondem de maneiras diferentes (respostas descompassadas, desequilibradas, desproporcionais) e problemas podem surgir embora de uma raridade desprezível que em números absolutos pode chegar a 1 milhão para/1. 

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
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Como Saber Mais:
1.É importante a avaliação precoce da deficiência de hormônio de crescimento?
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2.A deficiência do hormônio de crescimento é caracterizada por uma série de anormalidades antropométricas (medidas do corpo), clínicas, bioquímicas e metabólicas?
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3.Quais variáveis correlacionam-se negativamente com a altura final de pacientes com a deficiência do hormônio de crescimento (DGH) tratados com HGH?
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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA. 


Referências Bibliográficas:
GH Research Society, Saggese G, Ranke MB, Saenger P, Rosenfeld RG, Tanaka T, Chaussain JL, et al. Ranke MB, Lindberg A, Chatelain P, Wilton P, Cutfield W, Albertsson-Wikland K, et al. Carel JC, Ecosse E, Nicolino M, Tauber M, Leger J, Cabrol S, et al. Sociedade Brasileira de Pediatria e Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.


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9 de outubro de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: EMBORA O GANHO DE ALTURA SEJA O MELHOR EFEITO CONHECIDO DO GH,

O HORMÔNIO TAMBÉM ASSISTE MUITAS OUTRAS FUNÇÕES METABÓLICAS.

O GH aumenta a retenção de cálcio e aumenta a mineralização dos ossos; aumenta a massa muscular; induz a síntese de proteínas e o crescimento de vários órgãos do corpo). Adultos, cuja glândula pituitária por causa de um tumor desde a fase intra utero, uma infecção ou lesão grave não produz mais hormônio de crescimento, muitas vezes sofrem de fraqueza muscular, fraqueza, depressão, distúrbios metabólicos e doenças cardiovasculares. Esses sintomas ocorrem mesmo quando a idade diminui a secreção hormonal do corpo próprio crescimento e metabolismo já não é suficientemente estimulado (deficiência de HGH – hormônio de crescimento. Além disso somatropina é utilizado em doentes com diminuição acentuada de massa corpórea (catabolismo / caquexia), tais como a síndrome da AIDS desperdiçando, e o resultado vem com sucesso. O hormônio do crescimento HGH é o mais importante hormônio que promovem o crescimento celular e a sua divisão, resultando no desenvolvimento de diversos tipos de tecidos, especialmente o muscular e ósseo. no organismo humano. Os efeitos positivos do hormônio de crescimento nos processos de envelhecimento são atualmente objecto de numerosos estudos em todo o mundo.
Há evidências de que hormônio de crescimento por causa da sua função anabólica, em especial durante homem envelhecimento (envelhecimento masculino) pode afetar favoravelmente as funções do corpo, mas deve ser indicado por endocrinologista ou neuroendocrinologista e jamais auto medicação ou academias desorientadas. A somatropina em si é muito sensível e é mantido refrigerado e usado rapidamente. Através dessa sensibilidade pode também ter Somatropina definitivamente verdadeira evitando tomar errada ou falsificada o que é muito comum, caso contrário se rementirá de danos.

Dr. João Santos Caio Jr.
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Como Saber Mais:
1. Hoje os pais têm escolha para aproveitar o que há de melhor da ciência moderna?
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2. Às vezes, porém todas as normas foram seguidas e bebês de baixo peso foram observados até mesmo no útero de mães não-fumantes, que têm vida saudável?
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3. Apesar de ser um motivo de preocupação, os bebês chamados pequenos para a idade gestacional (PIG) ​​ou com retardo de crescimento intra-uterino (RCIU) são tratáveis ​​com hormônios que corrigem esta alteração, como o hormônio do crescimento humano (HGH)por DNA Recombinantes, a somatrofina?
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Referências Bibliográficas:
JS Parks, EI Felner. Hipopituitarismo. In:, RM Behrman RE, Jenson HB Stanton, BF eds Kliegman Pediatria Nelson. Textbook of. 18 ed. Philadelphia, Pa: Saunders Elsevier: cap 558. Reiter EO, ​​Rosenfeld RG. Normal e crescimento anormal. In: Melmed, S Polonsky, KS Larsen, PR eds. HM Kronenberg Williams Textbook of Endocrinology. 11 ª ed. Philadelphia, Pa: Saunders Elsevier, cap 23. Cook MS, KC Yuen, BM Biller, SF Kemp, ML Vance, Associação Americana de Endocrinologistas Clínicos.Associação Americana de Endocrinologistas Clínicos orientações médicas para a prática clínica para o uso do hormônio do crescimento em adultos com deficiência de hormônio de crescimento e transição dos pacientes. Neil K. Kaneshiro, MHA, MD, professor clínico assistente da pediatria, universidade da Faculdade de Medicina de Washington. Também revisado por David Zieve, MD, MHA, Diretor Médico, o ADAM, Inc.- Atualization: 2010/07/26.















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8 de outubro de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: GH / IGF / HGH - O EFEITO EXCEPCIONAL DE HORMÔNIO DO CRESCIMENTO EM CRIANÇAS É A ESTIMULAÇÃO DO CRESCIMENTO DO CORPO.

ALÉM DISSO, TAMBÉM ESTIMULA O METABOLISMO DE PROTEÍNA, É LIPOLÍTICO QUEIMANDO A GORDURA, TERMOGENESE E FORMANDO OSSO, A FIM DE PERMITIR O CRESCIMENTO DO ORGANISMO ATRAVÉS DO FORNECIMENTO DE ENERGIA E MATERIAIS BÁSICOS.

O hormônio do crescimento humano é um hormônio peptídeo (proteína) que é na glândula pituitária (hipófise) é constituído de qualquer pessoas saudáveis ​​e secretados no sangue para chegar a todas as células do corpo assim. O efeito excepcional de hormônio do crescimento em crianças é a estimulação do crescimento do corpo. Além disso, também estimula o metabolismo de proteína, gordura e osso, a fim de permitir o crescimento do organismo através do fornecimento de energia e materiais básicos. Não é o suficiente do hormônio do crescimento está presente ou ausente por completo, as crianças permanecem raquíticas como adultos e alcançar alturas de até 140 cm. Após a conclusão do crescimento, é para o metabolismo humano, o "edifício" main (anabolizantes) hormônios para o tecido muscular, conjuntivo e osso.
Aterosclerose
Seu significado como um hormônio "degradante" no metabolismo da gordura está na influência favorável dos níveis de lipídeos no sangue, com redução de aterosclerose. Medicamentos contendo hormônio do crescimento (somatropina) estão entre os medicamentos éticos do mundo, isto é, para os medicamentos cuja eficácia é comprovada e para as quais não há substituto. Hormônio do crescimento (hGH = hormônio de crescimento humano) é alcançar o tamanho do corpo suficiente utilizado em crianças de curto e de reposição hormonal em adultos com deficiência de hGH para estimular os processos metabólicos importantes do organismo.Estas não são causadas principalmente do metabolismo da somatropina, mas faz com que a produção de IGF pelo metabolismo e somatomedina no fígado. (O ganho de altura conseguido durante a infância é o melhor efeito conhecido da ação do GH e parece ser estimulado por no mínimo dois mecanismos: 1. O GH estimula diretamente na divisão e multiplicação dos condrócitos da cartilagem. Estas são as células primárias encontradas nas extremidades dos ossos longos das crianças (braços, pernas, dedos).
2. O GH também estimula a produção do Fator do Crescimento do Tipo Insulina 1 (IGF-1 em inglês, antigamente conhecido como somatomedina C), um hormônio homólogo à proinsulina. O fígado é o alvo principal do GH neste processo e é o principal local de produção de IGF-1. O IGF-1 estimula o crescimento em inúmeros tecidos, e é gerado nesses tecidos-alvo, o que faz dele tanto um hormônio endócrino quanto um hormônio autócrina/parácrina, A sinalização celular faz parte de um complexo sistema de comunicação que governa e coordena as atividades e funções celulares. A habilidade que as células possuem em perceber e corretamente responder ao seu ambiente envolvente, forma a base do desenvolvimento, da reparação de tecidos, da imunidade e de outras funções de homeostasia (FUNÇÃO NORMAL) em tecidos.


Dr. João Santos Caio Jr. 
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Como Saber Mais:
1. A deficiência do hormônio de crescimento-HGH, interfere no desempenho do sistema nervoso centra (SNC)...
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2.A reposição do hormônio de crescimento (HGH)ajuda a melhorar o risco precoce da osteoporose ...
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3.Para uma melhor qualidade de vida é bom fazer reposição de hormônio de crescimento (HGH), quando se tem deficiência deste...
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Referência Bibliográfica:
R Rapaport , Cook DM; Divisão de Endocrinologia Pediátrica e Diabetes, Mount Sinai School of Medicine, Nova Iorque, Nova Iorque.


















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http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=-23.578256,-46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie=UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t=h&z=17


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7 de outubro de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: CRESCER NÃO É A MESMA COISA QUE AUMENTAR DE ESTATURA,

PORTANTO DEVEMOS LEVAR EM CONSIDERAÇÃO O MEIO AMBIENTE, O PASSAR DOS ANOS E FATORES EXTRÍNSECOS, E ASSIM SABERMOS AS VARIANTES DA ALTURA FINAL OU ALTURA MÁXIMA.

Altura final, altura máxima; a altura do corpo máximo é normalmente atingida no início do terceiro decênio. Também os adultos jovens muito eventualmente podem ainda crescer, embora apenas no tronco, e não nas epífises dos ossos logos do resto do corpo, que com certeza estarão fechadas e calcificadas. Crescimento das pernas já pára de aumentar sua estatura em uma idade de 14-16 anos nos meninos, em casos menos frequentes 1 a 2 anos mais, e ainda mais cedo nas meninas, e esta diferença entre meninos e meninas se devem ao fato fisiológico de que os meninos apresentam uma liberação do HGH-hormônio de crescimento, somatotrofina de forma pulsátil. No caso das meninas a liberação dos hormônios de crescimento HGH – somatotrofina é liberado linearmente. Entretanto um dos fatores mais importantes no crescimento são as liberações dos hormônios esteróides tanto na menina como nos meninos, é claro que estamos considerando indivíduos sem patologias ou doenças genéticas ou congênitas. Posteriormente, o crescimento é limitado ao crescimento do tronco, e os "estranhos" de pernas longas mid-púberes, até as proporções se normalizarem. Após a metade dos anos trinta a maioria das pessoas começam a diminuir, embora a taxas muito lentas de cerca de um milímetro por ano.
DNA RECOMBINANTE ESTILIZADO
Discos intervertebrais encolher, e com o aumento da idade, também os ossos vertebrais encolher devido à osteoporose (perda de material ósseo) e fraturas pouco. E os arcos dos pés achatarem. Medir a estatura não é tão simples. Normalmente, uma pessoa é convidada a ficar de pé contra uma parede vertical olhando para frente. Por razões de comparabilidade, a cabeça deve ser colocada em uma posição definida. Tornaram-se rotinas internacionais para posicionar o anel inferior orbital e do conduto auditivo ao longo de uma linha horizontal. Outro fator que se deve levar em consideração é o aumento de peso considerando desde a fase neonatal até a fase adulta onde o sobrepeso, obesidade, obesidade visceral, intra abdominal ou central, promove uma sobrecarga importante, fazendo mudar o ponto geométrico de humanos e, por conseguinte comprimindo todo o esqueleto humano e suas estruturas de interligação e apoio, o que leva a uma diminuição da estatura correta por compressão das estruturas. Se considerarmos todos esses fatores implicados com certeza não existe em indivíduos “normais”, um único humano que supere 95 % de sua carga genética programada, além de ser uma prova irrefutável de interferência do meio ambiente, exercícios e nutrição na expectativa ideal de altura final ou estatural.

Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologista 
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologista – Medicina Interna 
CRM 28930

Como Saber Mais:
1.A época de corrigir o déficit de crescimento com baixa estatura o mais precoce possível, pois levará estigma para o resto da vida...
http://crescercriancasjuvenil.blogspot.com

2.Na criança, juvenil, adolescente, o problema de baixa estatura pode começar intra-útero...
http://colesteroltriglicerides.blogspot.com

3.Para uma melhor qualidade de vida é bom fazer reposição de hormônio de crescimento (HGH), quando se tem deficiência deste...
http://deficienciahormonal.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
R Rapaport , Cook DM .Divisão de Endocrinologia Pediátrica e Diabetes, Mount Sinai School of Medicine, Nova Iorque, Nova Iorque. International Journal of Obesity publicação em linha avançada 24 de novembro de 2009, doi: 10.1038/ijo.2009.241C E Collins, Jane Watson T e Burrows, Faculdade de Ciências da Saúde, Faculdade de Saúde, da Universidade de Newcastle, Newcastle, New South Wales, Austrália
Chihara K , Y Kato , H Kohno , K Takano , T Tanaka , Teramoto A , A Shimatsu.


















Contato:
Fones: (11)5572-4848/ (11) 2371-3337/ ou 98197-4706 TIM 
Rua: Estela, 515 – Bloco D -12ºandar - Conj 121/122
Paraiso - São Paulo - SP - Cep 04011-002
e-mails: vanderhaagen@gmail.com

Site Clinicas Caio
http://drcaiojr.site.med.br/
http://dracaio.site.med.br/

Site Van Der Haagen Brazil
www.vanderhaagenbrazil.com.br
www.clinicavanderhaagen.com.br

Google Maps:
http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=-23.578256,-46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie=UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t=h&z=17


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19 de setembro de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: ESTATURA RELEVANTE;

AO AVALIARMOS OS PROBLEMAS BIOPSICOSSOCIAIS E PSICOSSOCIAIS COLOCANDO EM FOCO O TRATAMENTO DE PACIENTES COM DEFICIÊNCIA DE CRESCIMENTO ESTATURAL.

DEVEMOS PROJETAR OS MALEFÍCIOS PSICOSSOCIAIS QUE OCORRERAM DURANTE UMA VIDA INTEIRA, EM CADA FASE COM CARACTERÍSTICAS INDIVIDUAIS E PERSONALIZADAS, COMPROMETENDO A FELICIDADE DO PACIENTE, SEUS TRAUMAS, SEUS ESTIGMAS, SUA AUTO-VALORIZAÇÃO E DIVERSOS OUTROS PROBLEMAS SECUNDÁRIOS, QUE PARA ALGUNS NÃO TEM IMPORTÂNCIA, MAS PARA UMA OUTRA GRANDE PARCELA É DE EXTREMA DEPRESSÃO E RELEVÂNCIA.

Ao colocarmos na berlinda e problematizarmos os aspectos psicossociais do tratamento de reposição do hormônio do crescimento (HGH) de forma a avaliar a extensão de sua validade, para evitarmos baixa estatura relevante, devemos considerar um universo extenso de complicações secundárias subjetivas e objetivas, que campearam o cérebro, a cognição dos humanos afetados por este tipo de agravo. Se fizermos um paralelo pró-ativo entre a facilidade atual de aquisição desse tratamento e a sua necessidade, observaremos que essa última está diretamente envolvida com a existência de um padrão socialmente valorizado e discriminante quanto ao fenótipo da pessoa, mesmo quando os pacientes são saudáveis e apresentam estatura relevante. Jamais devemos nos esquecer a importância fenotípica, pois o fenótipo são as características observáveis em um organismo como, por exemplo: morfologia, desenvolvimento, propriedades bioquímicas ou fisiológicas e comportamento.
O fenótipo resulta da expressão dos genes do organismo, da influência de fatores ambientais e da possível interação entre os dois. Pessoas de estatura abaixo da considerada ideal, mesmo sem nenhuma deficiência, buscam tratamento com hormônio de crescimento HGH ou somatotrofina, as pesquisas científicas e mesmo as pesquisas prospectivas sugerem que é absolutamente correto efetuar-se o tratamento em pessoas em fase de crescimento mesmo que normais, pois esta terapêutica de forma adequada e com os riscos de efeitos colaterais praticamente desprezíveis, só vieram a ocorrer a partir do final da década de 80 do século XX, após o advento da engenharia genética pela introdução do DNA – Recombinante, onde o fator de reconhecimento do doador humano de mix (mistura) de hipófises diversas foram banidos da terapêutica que até então era preconizada, mas causava a formação de príons e por conseguinte a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), que impediam o tratamento. O fato é que a não tomada de atitude de pais e responsáveis em fase adequada de possível tratamento, levará as pessoas desde a idade infantil até a idade adulta, a terem medo de sofrerem algum estigma. Com isso, há uma maior incidência de expectativa e frustração dos indivíduos em relação à sua própria altura e ao tratamento, o qual nem sempre resulta na expectativa pretendida, mas dá ao paciente a esperança de aumentar sua estatura relevante e assim projetar uma auto-estima que em qualquer outra situação não ocorreria com uma melhor qualidade de vida psicossocial relevante.


Dr João Santos Caio Jr
Endocrinologista -Neuroendocrinologia
CRM:20611

Dra Henriqueta Verlangieri Caio
Endocrinologista -Medicina Interna
CRM:28930

Como Saber Mais: 1. O HGH- Hormônio de crescimento regula o desenvolvimento orgânico e o crescimento estatural do ser humano, desde a fase intra-útero?
http://crescercriancasjuvenil.blogspot.com

2. O hipotálamo liga o sistema nervoso ao sistema endócrino sintetizando a secreção de neuro hormônios (também chamados de "liberadores de hormônios")?
http://crescermais2.blogspot.com

3. O estrógeno irregular durante o desenvolvimento infanto juvenil agrava metabolicamente o HGH-Hormônio de crescimento?
http://metabolismocontrolado.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

 

Referências Bibliográficas:
Lamberts SW, Herder WW, van der Lely AJ. Pituitary insufficiency. Lancet. 1998;352:127-34, Van Aken MO, Lamberts SW. Diagnosis and treatment of hypopituitarism: an update, Pituitary. 2005;8(3-4):183-91, Abboud CF. Laboratory diagnosis of hypopituitarism. Mayo Clin Proc. 1986;61:35-48, Bates AS, Van't Hoff W, Jones PJ, Clayton RN. The effect of hypopituitarism on life expectancy. J Clin Endocrinol Metab. 1996;81(3):1169-72, Ascoli P, Cavagnini F. Hypopituitarism. Pituitary. 2006;9(4): 335-42, Yen SS, Martin PL, Burnier AM, Czekala NM, Greaney MO Jr., Callantine MR. Circulating estradiol, estrone and gonadotropin levels following the administration of orally active 17beta-estradiol in postmenopausal women. J Clin Endocrinol Metab. 1975;40(3):518-21, Stevenson JC, Crook D, Godsland IF. Influence of age and menopause on serum lipids and lipoproteins in healthy women. Atherosclerosis. 1993;98(1):83-90, Walsh BW, Schiff I, Rosner B, Greenberg L, Ravnikar V, Sacks FM. Effects of postmenopausal estrogen replacement on the concentrations and metabolism of plasma lipoproteins. N Engl J Med. 1991;325(17):1196-204, The lipid research clinics coronary primary prevention trial results. II. The relationship of reduction in incidence of coronary heart disease to cholesterol lowering. JAMA. 1984;251(3): 365-74, Kannel WB. High-density lipoproteins: epidemiologic profile and risks of coronary artery disease. Am J Cardiol. 1983; 52(4):B9-12.


















Contato:
Fones: (11)5572-4848/ (11) 2371-3337/ ou 98197-4706 TIM 
Rua: Estela, 515 – Bloco D -12ºandar - Conj 121/122
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Site Clinicas Caio:
http://drcaiojr.site.med.br/
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Site Van Der Häägen Brazil
www.vanderhaagenbrazil.com.br
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http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=-23.578256,-46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie=UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t=h&z=17


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